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Tour Nocturno E-Bike Nazaré: Observação de Estrelas pelas Colinas do Salgado

Tour Nocturno E-Bike Nazaré: Observação de Estrelas pelas Colinas do Salgado

Descubra um lado diferente da costa portuguesa no nosso tour nocturno cheio de atmosfera. Equipados com luzes potentes e acompanhados por guias experientes, viva a serenidade das praias ao luar, das florestas misteriosas e das colinas do Salgado sob as estrelas.

Perfil de elevação da rota: de 0 m até 180 m, subida total 750 m.
Tamanho do grupo

2-4

Distância

30 KM

Duração

3 H

Diferença de altitude

600 M

Dificuldade

Desafiante

A partir de
€75 / pessoa
O seu guia

Vasco

Sobre este passeio

Perfeito para: 🚵‍♀️ Aventureiros

Numa sexta-feira ao fim do dia, em junho, a estrada do Salgado está deserta. Os banhistas já abandonaram a Praia do Salgado, o eucalipto deixou de libertar o cheiro morno a resina do meio-dia, e o único som na subida das dunas é o zumbido elétrico, suave, de uma Orbea Wild eMTB com motor Bosch CX a puxar em ritmo de conversa. É um circuito de 30 km feito de propósito a meia velocidade. As paragens são o ponto. O pedalar é o intervalo entre elas.

Porquê pedalar a esta hora

A partida é depois do pôr do sol, de abril a outubro, e só com previsão limpa. O nevoeiro do Atlântico arrasta-se às vezes para lá do crepúsculo, e antes de andar às escuras remarca-se o passeio. A hora de início acerta-se consigo no momento da reserva. Numa noite longa de julho, isso significa sair com a luz azul a desbotar e chegar às dunas do Salgado mesmo a tempo do último laranja a sair do céu a poente.

O grupo vai até quatro ciclistas e um guia. Cinco pessoas em gravel à noite é o número certo. Próximo o suficiente para conversar, pequeno o suficiente para manter a coesão nos troços técnicos, calado o suficiente para a floresta à meia-noite continuar a soar a floresta.

O percurso, devagar

Da Nazaré desce-se para sul, pelas estradas secundárias, em direção à Praia do Salgado. A primeira paragem é no passadiço sobre a praia, luzes apagadas, enquanto o guia distribui um pequeno cálice de vinho do Porto e aponta o farol do Cabo Carvoeiro, a 30 km pela costa abaixo, a piscar no horizonte. O Atlântico à noite é mais alto do que se espera. Um rugido constante e lento, que se deixa de ouvir ao fim de dez minutos e cuja falta se sente assim que se vira para o interior.

A secção do meio sobe pelo pinhal por cima do Salgado. É a parte de gravel do percurso, areia compactada e caruma sobre terra batida, e a forqueta dianteira da bicicleta absorve a maior parte das trepidações. As luzes potentes, à frente e atrás, foram escolhidas para este terreno: brilhantes o suficiente para ler o trilho, estreitas o suficiente para não achatar a profundidade. Anda-se em fila única, o guia à frente, e o feixe do farol do ciclista de trás pinta-lhe os ombros de branco macio.

O monte, a paragem, as estrelas

As serras do Salgado situam-se entre a Nazaré e São Martinho do Porto, baixas e onduladas, com uma clareira na cumeada que os locais usam para ver as estrelas. O brilho da povoação de São Martinho fica a sul. As luzes da Nazaré ficam tapadas pelo promontório. A norte e a leste, praticamente não há poluição luminosa. Numa noite sem lua de agosto distingue-se a Via Láctea sem esforço, e o guia leva um apontador laser verde para nomear as constelações.

Fica-se aqui cerca de meia hora. Luzes apagadas, bicicletas deitadas de lado, ciclistas estendidos no chão. O pinhal arrefece um grau ou dois abaixo da estrada, e sente-se o cheiro da casca a libertar o calor do dia. Passa-se um termo com chá de serra. Fala-se pouco. É a parte do passeio que as pessoas recordam um ano depois.

O regresso

O regresso é quase todo descida e plano fácil, uma deriva lenta de volta à Nazaré por estradas calmas, pela aldeia de Famalicão da Nazaré, onde os cafés já estão a fechar e um cão ladra uma vez a cada bicicleta que passa. Termina-se na base da Irondeer, com o pedalar já distante e a clareira da cumeada ainda na cabeça.

O que trazer, o que damos

Uma camada quente não se discute. A costa arrefece depressa depois do pôr do sol, e a clareira da cumeada é mais fria ainda. Sapato fechado. Um buff ou cachecol fino. Damos as e-MTB, luzes potentes à frente e atrás, capacete com luz traseira integrada, luvas, proteção ocular e água. A bateria de 625Wh aguenta o circuito inteiro com boa folga. A dificuldade desta saída é o desafio da distância e o foco na condução noturna, mais do que a forma física. A fasquia é estar à vontade em piso de gravel com pouca luz. Grupo privado, um guia, o ritmo adapta-se aos ciclistas.

FAQ

Quick answers before the night ride

Sim, todas as nossas tours são lideradas pelo guia experiente Vasco — que fornece insight e garante a segurança.

Recomendamos trazer protetor solar, roupa confortável e qualquer item pessoal que possa necessitar. Tours específicas podem ter recomendações adicionais.

Sim, as nossas e-bikes têm múltiplos níveis de assistência que pode ajustar para se adequarem ao seu estilo de condução.

Primavera e outono oferecem tempo agradável para ciclismo. O verão pode ser quente e o inverno pode ter chuva, mas o ciclismo é possível o ano todo.

Sim, todas as tours começam com um briefing de segurança para garantir que está preparado.

Seguro NÃO cobre danos na bicicleta. O seguro de acidente pessoal está incluído. Acidentes Pessoais, Allianz Portugal No 206827471, Morte/Invalidez Permanente: 24.489,07€, Despesas de Tratamento: 4.286,72€ / Responsabilidade Civil, Allianz Portugal No 206827445: 50.000,00€

Roubo, perda ou quebra do quadro ou rodas não é coberto por nenhuma companhia de seguros em Portugal e o cliente é totalmente responsável pelo roubo ou perda acidental de qualquer equipamento.