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Nazaré Secreta de E-Bike: Capela Romana e Monte Vulcânico

Nazaré Secreta de E-Bike: Capela Romana e Monte Vulcânico

Este tour é perfeito se está só de passagem pela Nazaré e tem duas horas para conhecer a vila — ou se está sem carro e quer mesmo assim explorar tudo.

Perfil de elevação da rota: de 4 m até 129 m, subida total 359 m.
Tamanho do grupo

2-20

Distância

25 KM

Duração

3 H

Diferença de altitude

200 M

Dificuldade

Fácil

A partir de
€50 / pessoa
O seu guia

Vasco

Sobre este passeio

Perfeito para: 👨‍🦳 Seniores · 👨‍👩‍👧‍👦 Famílias · 👥 Amigos & Solos

Três horas, 25 quilómetros, e o esboço de mil e quinhentos anos deste pedaço de costa. A bicicleta é a forma mais simples de ligar o que custa a chegar de carro: uma igreja visigótica num caminho de terra, um monte vulcânico que os marinheiros usavam como farol, e a antiga vila no cimo da cumeada de onde a Nazaré moderna nasceu.

O percurso, em traços largos

Sai-se do paredão numa e-bike. A maioria opta pelo quadro aberto, com motor Bosch Active Line, confortável para quem andou de bicicleta de cidade no último ano. A primeira subida é curta, até ao Sítio, o promontório do santuário acima da Nazaré onde o funicular termina. A partir daqui é piso ondulado em asfalto sossegado e gravel compactado pelo pinhal da Mata Nacional do Pedrógão, com um pequeno troço de terra a descer até à Ponte das Barcas. O desnível total ronda os 200 metros distribuídos pelas três horas, e a assistência elétrica faz com que pareça um passeio em plano.

São Gião — a igreja rara

A primeira paragem a sério é a que a maior parte dos visitantes da Nazaré nunca vê. A Igreja de São Gião está sozinha no fim de um caminho de terra na freguesia de Famalicão, rodeada de oliveiras e de uma cabra ou outra a pastar. É do século VI ou VII: pré-românica, edificada em estilo visigótico, e uma das poucas casas religiosas dessa época ainda de pé na Península Ibérica. Os arcos em ferradura no interior, o silhar de calcário aparelhado, a planta cruciforme simples — é disto que o românico nasceu, três ou quatro séculos antes de o românico acontecer. Foi classificada Monumento de Interesse Nacional em 1986 e foi recuperada. Não há bilheteira. Na maior parte dos dias é só consigo.

Monte de São Bartolomeu

De São Gião pedala-se até ao sopé do Monte de São Bartolomeu, uma elevação vulcânica de 156 metros que se levanta no meio do pinhal de Leiria. De origem magmática, é a única mancha de matagal mediterrânico em quilómetros à volta: sobreiro, medronheiro, lentisco. Os marinheiros usavam-no como ponto de referência a 35 quilómetros de distância no mar. A capela do cume é pequena, com uma só nave, um altar e uma sacristia, e está ligada à lenda de Nossa Senhora da Nazaré pelas relíquias que deram ao monte o duplo nome (São Brás e São Bartolomeu). A 3 de fevereiro de cada ano a romaria abre o Carnaval. Nos restantes dias do ano partilha-se o cume, no máximo, com um peneireiro ou dois.

Pederneira — a vila antes da Nazaré

A última paragem é a Pederneira, a antiga vila no cimo da arriba sobre o paredão da Nazaré. Antes do século XVII o Atlântico chegava ao sopé desta colina e os pescadores viviam aqui em cima. A Pederneira foi, a seguir a Alcobaça, a localidade mais populosa da região. Com o recuo do mar, os pescadores foram levando os barcos para a praia em baixo e o burgo alto foi-se esvaziando. O que sobra é o Largo da Pederneira: uma igreja paroquial caiada, uma antiga Misericórdia, e um miradouro que o deixa ao nível dos olhos das gaivotas. O sino da capela toca ao meio-dia e ouve-se de qualquer ponto da vila velha.

A que horas, em que estação

Sair cedo é o melhor para fugir a gente. São Gião fica no seu melhor com a luz baixa a entrar pelas frestas a nascente, e o pinhal a caminho de lá ainda cheira a resina do orvalho da noite. Andar mais tarde traz o monte de São Bartolomeu já com o vento que vem do mar, que é quando o panorama abre mais longe. A hora de início acerta-se consigo no momento da reserva. De primavera a outubro está a janela boa. Capacete, proteção ocular e água estão incluídos. Traga uma camada para São Bartolomeu: é exposto e o vento não pára. Grupo privado, um guia local, o ritmo e o tempo em cada paragem são marcados pelos ciclistas.

FAQ

Common questions about the Hidden Nazaré loop

Sim, todas as nossas tours são lideradas pelo guia experiente Vasco — que fornece insight e garante a segurança.

Recomendamos trazer protetor solar, roupa confortável e qualquer item pessoal que possa necessitar. Tours específicas podem ter recomendações adicionais.

Sim, temos tours adequadas para famílias com crianças. Consulte as descrições de tours para recomendações de idade.

Primavera e outono oferecem tempo agradável para ciclismo. O verão pode ser quente e o inverno pode ter chuva, mas o ciclismo é possível o ano todo.

Sim, todas as tours começam com um briefing de segurança para garantir que está preparado.

Seguro NÃO cobre danos na bicicleta. O seguro de acidente pessoal está incluído. Acidentes Pessoais, Allianz Portugal No 206827471, Morte/Invalidez Permanente: 24.489,07€, Despesas de Tratamento: 4.286,72€ / Responsabilidade Civil, Allianz Portugal No 206827445: 50.000,00€

Roubo, perda ou quebra do quadro ou rodas não é coberto por nenhuma companhia de seguros em Portugal e o cliente é totalmente responsável pelo roubo ou perda acidental de qualquer equipamento.